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Os que ainda não entraram na compreensão do carácter
da mensagem e apostolado de Paulo murmuram frequentemente, dizendo
que o exaltamos demasiado. Para exemplificar citamos as palavras de
um crítico: «Na Igreja Católica Romana é Maria, Maria,
Maria; entre vós é Paulo, Paulo, Paulo».
Como consequência deste criticismo alguns que
vêem bastante claramente que Paulo foi designado divinamente
para introduzir a dispensação da graça, começam a referir-se com
reservas e restrições às passagens em que o próprio Paulo insiste na
sua comissão e autoridade apostólica, e caiem assim, e levam os
outros a caírem, no mesmo laço que tanto, e há tanto tempo, tem
estropiado e amarrado a Igreja: a confusão da mensagem e programa
confiados a Paulo com a mensagem e programa previamente confiados
aos doze.
O facto, muito simples, é que apesar de os
Fundamentalistas terem geralmente considerado, juntamente com os
Modernistas e Católicos Romanos, Paulo como meramente um dos
apóstolos, responsável pela proclamação da mesma mensagem que os
doze foram enviados a proclamar, as Escrituras ensinam
claramente que isso não é assim; que a sua mensagem e
ministério eram completamente distintos e separados dos deles; que a
ele foi confiada a doutrina e o programa para uma nova dispensação nunca antes sequer prevista, excepto na mente de Deus. |